Olá!

É grande a expectativa pelo concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em 2018.

Embora a banca examinadora ainda não tenha sido escolhida, fontes da PRF dizem ter pressa no preenchimento das 500 (quinhentas) vagas já autorizadas para o certame.

No artigo de hoje, a dica vai para quem está estudando com base no edital do último concurso, ocorrido em 2013.

Nos últimos anos, temos observado uma mudança no emprego operacional da PRF, que passou a focar bastante no combate ao crime nas rodovias federais, além da já tradicional fiscalização do trânsito.

Seguindo essa tendência, o perfil profissional do policial rodoviário federal demandará o conhecimento mais profundo das leis penais especiais, a fim de enfrentar os ilícitos penais mais comuns, a exemplo do tráfico de drogas e pessoas.

É aí que vem a nossa aposta para o próximo concurso: a Lei n.º 13.344/16, que trata do tráfico interno e internacional de pessoas.

Tão logo seja divulgado o edital, e confirmada a nossa aposta, nossos alunos terão acesso imediato ao material de estudo, com o padrão de qualidade do Ponto dos Concursos.

Por ora, fiquemos com uma das questões comentadas do nosso curso:

VUNESP/2018 – PC/BA – Investigador de Polícia Civil

A obtenção de dados e informações cadastrais de vítimas ou de suspeitos junto a órgãos do poder público ou empresas da iniciativa privada, durante a investigação de crime de tráfico de pessoas, poderá ser requisitada:

a) pela Autoridade Judiciária, mediante representação do Ministério Público.

b) pela Autoridade Judiciária, mediante representação do Delegado de Polícia.

c) diretamente pelo Delegado de Polícia ou pelo Promotor de Justiça.

d) apenas pela Autoridade Judiciária, de ofício.

e) somente pelo Delegado de Polícia ou pelo Juiz de Direito.

Comentário: O membro do Ministério Público e a Autoridade Policial (Delegado de Polícia) poderão requisitar informações CADASTRAIS da VÍTIMA ou de suspeitos (e não apenas dos suspeitos), a quaisquer órgãos públicos ou empresas privadas, a exemplo das operadoras de cartões de crédito, telefonia celular, televisão fechada, etc.  A requisição poderá ser feita diretamente ao órgão público ou à empresa privada, sem necessidade de ordem judicial (art.13-A do CPP).

Gabarito: C

Por hoje é só. Bons estudos!

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